Keeping Up With Lollapalooza BR

Há alguns meses a equipe do Keeping Up Project vem se preparando para estar presente nas coberturas de eventos relevantes pós-pandemia.

Depois de dois anos atuando por meio das telas, esse momento de reencontro e integração prometia extravasar tudo que a gente tinha deixado em casa — e 2022 não decepcionou com tantos eventos incríveis e coisas acontecendo.

Por isso, quando chegou o convite para que o Keeping estivesse no lounge da Doritos no Lollapalooza, aquilo caiu como uma luva.

Faltavam poucas semanas pro início do festival e foi massa demais ver tudo aquilo se concretizando e tomando forma. Finalmente era hora do Keeping in the streets!

Dia chegando, animação aumentando e — porque as outras meninas da EKeep não estavam em São Paulo — fui me preparando pra cobrir o Lolla sozinha: sem saber com certeza por onde começar, mas com vontade de fazer acontecer.

Na sexta-feira, dia 25, saí de casa às 10h00 da manhã e só voltei 16 horas depois. A primeira parada foi o Lolla Lounge, no Shopping SP Market, pra pegar as credenciais.

Já no autódromo, fui conhecer a estrutura do Doritos Lounge: vários espaços interativos, brindes, fotos e muito Doritos. Era bem cedo e as celebs ainda não estavam por lá, então aproveitei para conversar com o pessoal da organização, em especial a Vivian Froés, que vinha dando todo o suporte e fazendo as coisas acontecerem pro Keeping desde o primeiro contato por e-mail.

O nível de preparo, organização e se-vira-nos-30 pra receber tanta gente e dar conta do recado é absurdo, mas a Vivian fazia isso com o supra-sumo da simpatia e uma bolsa de pokebola a tiracolo: a equipe inteira deu um show.

Enquanto as celebs não apareciam, fui pra pista tentar encontrar a galera estilosa e animada que sempre frequenta o Lolla. Pra mim, são eles que fazem o festival ser #MaisQueMúsica e achar tanta gente simpática, bem vestida e divertida foi uma das melhores partes dessa experiência, especialmente depois de 2 anos em isolamento.

Nesse meio tempo, consegui assistir o show do Turnstile e um pouco do The Wombats, antes da chuva acabar com tudo e fazer parecer o dilúvio.

Ensopada, porém focada na missão, voltei pro Doritos Lounge e comecei a entrevistar as personalidades famosas que vinham chegando. Era muita gente de muitos nichos diferentes e ver as pessoas assim, ao vivo, é sempre um lembrete importante de que as redes sociais são um recorte minúsculo da vida.

Entrevistei muita gente: gente super simpática e gente chata — é do jogo. Todas as mini-entrevistas podem ser conferidas nos destaques do Keeping, mas hoje eu quero chamar atenção pra três delas:

A primeira é a Larissa Manoela. Sinceramente, não me espanta em nada o quão longe ela tenha chegado aos 21 anos — e também não me restam dúvidas de que esse é só o começo. Por conta da situação e do barulho, as perguntas tinham que ser bem rápidas e sucintas, o que fazia com que as respostas fossem super curtas.

Mas não para Larissa. Simpática, porém SUPER profissional, ela respondeu a cada uma das perguntas — e a cada um dos repórteres! — de forma mega completa. O tipo de pessoa que sabe aproveitar o tempo, espaço e atenção que recebe e usar isso da melhor maneira possível.

Ainda que a imagem da Maria Joaquina seja um ícone da cultura popular, ver essa transição pra fase adulta se concretizar com tanto profissionalismo e talento foi de tirar o chapéu. Baita capricorniana!

Foto: FilmArt

Também vale chamar atenção pra Mari Gonzalez — não que ela já não faça isso por si só.

Eram quase 18h00 quando vi uma mulher linda e alta entrar no lounge de óculos escuros e eu fiquei tentando adivinhar quem era aquela deusa, porque, sim, Mari Baianinha consegue ser ainda mais bonita ao vivo. Tanto que demorei uns cinco minutos pra reparar no Jonas do lado dela.

Depois de algum tempo, perguntei se ela toparia responder algumas perguntas rapidinhas pro Keeping e a simpatia dessa mulher foi sem igual até depois que as câmeras pararam de gravar. Mari não só escutou tudo o que eu disse, como também é uma daquelas pessoas que iluminam o ambiente, mesmo. Merece o hype e o amor que recebe!

Foto: FilmArt

Por fim, queria falar sobre Rodrigo Mussi, esse cara bonito que atraiu olhares no segundo em que subiu as escadas do Lounge Doritos. Simpático, topou falar com o Keeping sobre como estava ansioso pro show do Strokes — “óbvio, né? Eu gosto muito!” — e tinha os olhinhos brilhando e o sorriso aberto o tempo inteiro.

Algum tempo depois, nos trombamos no banheiro do lounge e ele me ajudou a abrir a porta emperrada, ainda com o sorrisão aberto e a simpatia a milhão. Nesse momento de choque, só consigo torcer pra que ele retorne logo a esse estado de deslumbre e alegria.

Luz pra ele.

Foto: Jamile Diniz/Keeping Up Project

Na sexta-feira ainda consegui curtir os shows de Machine Gun Kelly, Strokes e da deusa Doja Cat antes de voltar pra casa achando que a cobertura do Keeping no Lolla tinha chegado ao fim.

Durante o sábado, acompanhamos os shows pela TV e os bastidores pelos grupos de repórteres da Doritos.

No domingo, amanheci pensando que seria tudo o Keeping estar no encerramento de um festival tão cheio de emoções e — fazendo mágicas com a sua bolsa de pokebola — Vivian convidou a gente outra vez, porque boas parcerias deixam gostinho de quero mais!

O domingo foi quase inteiro de entrevistas com celebs, andanças pelo autódromo pra fotografar a galera e filmagens dos backstages — mas, no fim do dia, saí pra assistir alguns shows.

Foram muitos os momentos tensos no Lollapalooza BR: tempestades, tentativas de censura e a morte do Taylor Hawkins. Ainda assim, na medida do cabível, o festival terminou com as mensagens certas.

Djonga, Glória Groove, Mano Brown, Emicida, Criolo, Rael e Planet Hemp encerraram o Lolla dando o tom que ele merecia ter: falaram de amor, de política, democracia, luto, luta e força.

Pra mim, além da bagagem profissional e shows que vou guardar no coração, é isso que fica: a energia que a gente emana quando se junta — e as coisas boas que pode fazer com isso.

Mais que Música, a experiência do Lolla vai ficar. Obrigada Keeping, obrigada Doritos!

Publicado por

Jornalista, geminiana, paulistana & esquisita. Gosto de geopolítica, arte, cultura pop e aleatoriedades em geral. Por aqui, acho importante trazer temas que abordem diversidade, ativismo e outras causas relevantes — além de entrevistas que mostrem lados que as redes sociais nem sempre exploram =) No Keeping, assino meus textos como Kyra, e você pode conhecer mais sobre meu trabalho aqui: https://www.linkedin.com/in/jamilediniz/

One thought on “Keeping Up With Lollapalooza BR

  1. A cobertura foi tudo! Não consegui acompanhar o festival pela Tv, somente o encerramento, que foi sensacional! Jami tá de parabéns, e que próximas oportunidades como essa venham logo! Voa Keep!

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